Archive for May, 2008
29
Palavras do além, vol.2
Published by Conde Estável, under De Categoria. No Comments.
«I don’t consider myself an avant garde or particularly original film-maker.» (Sidney Pollack)
29
Palavras do além, vol.1
Published by Conde Estável, under De Categoria. No Comments.
«A vida é a arte das circunstâncias. O que temos é que adaptar a vida a essas circunstâncias.» (Alfredo Saramago)
29
Querida, rifei a casa!
Published by MadreMadre BangBang, under Estória do dia. No Comments.
A crise não está apenas instalada em Portugal. Em Madrid o mercado imobiliário está de tal forma parado que algumas pessoas entraram em desespero. Miguel Marina, um madrileno que se viu de repente no desemprego, ficou sem dinheiro para pagar a hipoteca da casa. Tentou vendê-la, mas sem sucesso. Depois de noites sem dormir, pressionado pelo banco para pagar, teve uma ideia no mínimo original: decidiu rifar a casa. Criou um sorteio com 64000 rifas a cinco euros cada. Miguel fica com a hipoteca paga e o problema resolvido. Por cinco euros qualquer pessoa pode comprar uma rifa e habilitar-se a ganhar um apartamento de 77 metros quadrados com garagem! As imobiliárias que se cuidem! Se isto pega…
"Por cinco euros tú puedes tener un piso y yo puedo recuperar el sueño."
29
A história de um jovem…
Published by Noviça Semafórica, under Políticos. No Comments.
29
Sushui, para ver e não tocar (nem comer)
Published by Perez Biltre, under Lírica. No Comments.

29
No Chiado, à tardinha
Published by Perez Biltre, under vida de sofá. No Comments.
Ele bebe um café "cheio" e desanda, quando a Ana telefona a queixar-se da TV Cabo e a Cláudia ruma ao S. Carlos para discutir uns figurinos e outras tarefas.
O Fred e este que vos escreve mantêm postura na esplanada da Benard, até que passa o apressado Joaquim Lobo, que vai ao lançamento do livro do Zambujal e pára para se queixar dessa moda do consumismo: "Ainda outro dia uma miúda enchia o carrinho de papel higiénico que estava mais barato dois cêntimos. Estaria com soltura?", sorriu indignado e foi-se.
Passa depois, sem nos ver, a Noviça, a quem bradamos e se junta a nós. O Henrique acabava de nos informar que estava terminada a entrevista à Fernanda e que se juntava em breve. Regressa a Cláudia do S. Carlos com boas e más notícias. Saberão, depois, as más.
Sentam-se as senhoras e quando o Henrique chega perde vinte minutos na Casa Havanesa, a comprar cigarrilhas e charutos, que haviamos depois de fumar ali. Passa o Paulo Alves Guerra, numa correria, a dizer olá, que já se vai. Idi Admin está a largar a maçada e promete adensar o grupo. Conde Estável lamenta estar preso entre mapas de produção.
A Ana diz que a Raquel anda à procura de gente com ideias. A Raquel é uma desconhecida, mas quatro horas depois há-de estar connosco a beber chá no Irlandês. Um mimo de menina. A Ana , mesmo com bronquite, sai de casa e senta-se ali mesmo. Não come um delicioso croissant mas vai bebericando um brandy.
Madre é a última a juntar-se na já povoada mesa da Benard. Quando nos levantamos, em direcção às espetadas de lulas, fazemos uma festa ao Mário Zambujal, que já tinha lançado o livro e estava ao telemóvel, como se acenasse às janelas, subindo o chiado, contente.
29
Ora, ora, um mês com noventa dias, hã?
Published by Perez Biltre, under Sem Categoria. No Comments.
28
Weird Stuff!!!
Published by Noviça Semafórica, under Banalidades. No Comments.

28
Sofa so good…
Published by Idi Admin, under Banalidades, das Artes. No Comments.
A imagem fala por si. mais aqui
28
Não! Há Caracóis!
Published by Perez Biltre, under Cómicos Nacionais, Estória do dia, Políticos, Sem Categoria. No Comments.
Que gosta de trincar o que está mole?
Quem com palito mata com
Palito morre
Descansa em paz e longe, caracol
Órgãos que não se vêm
Piripiri que não disfarça teu sabor
Por ti não morro de amor, caracol
Na tasca, tasquinha ou café
Prefiro ficar cá fora e de pé
A ver teu corpo humilhado
Por um colestrólico refogado
Bicho inútil
Caracol, caracol
Porque não te extingues
Caracol, caracol?
De Eustáquio Pinho Júnior, in Quando Chega o Verão Começam as Atrocidades, Carenque, 1992