Archive for June, 2008
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Que viva, pues!
Published by Conde Estável, under da Bola. No Comments.
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Que ganhe o melhor!
Published by Perez Biltre, under da Bola. No Comments.

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Proto-canção p’ra pular à beira-mar
Published by Conde Estável, under Lírica. No Comments.
Ó lari lolela
Lai larai, lai lai
Ó lari lolela
Lai lai, lai lai larai
Ó lari lolela
Lai lai, larai lai
Ó lari lolela
Lai lai larai, larai lai lai
Ó lari lolela
Lai larai lai, lai lai
Ó lari lolela
La la la, lai lai, la la
Ó lari
Ó lari lolela
Ó larai
Lolela lai
by Jacinto Pinto, in O Melhor Do Mundo É O Amor: Os Grandes Êxitos D'Os Capilares (Discos de Ouro, 1987)
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Babes in arms
Published by Conde Estável, under Banalidades. No Comments.
P:
«Is there an age limit? Does everyone have to have a ticket?»
R:
«Only babes in arms will be admitted free of charge, otherwise you will need a full price ticket for everyone attending.»
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Isto é tão tuga!
Published by Perez Biltre, under Cómicos Nacionais, da Bola. No Comments.

Se amanha Portugal disputasse o título com a Espanha, o Sol não tinha esta manchete. A nossa raivinha canina contra pessoas que vão embora e, ainda por cima, para laguma coisa tão boa ou melhor vê-se neste tipo de fuga de informação. As fontes do Sol, que faz o seu trabalho publicando a notícia, são pessoas que se irritaram com a eliminação de Portugal do Euro e, antes que o homem pudesse respirar, toma lá uma para que toda a gente te conheça.
Desconfio que deve haver poucos lugares no futebol onde não haja marosca. Mas esta vingançazinha à gaja despeitada, que vem contar à mulher do amante (nós) o que ele andava a fazer é, pelo menos, de um lamento.
Quanto aos factos, se são verdade, então Scolari deve ser punido e, com ele, os Madaís que sabiam de tudo e também os que deram dinheiro e não trataram das papeladas.
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Longa foi a viagem
Published by Perez Biltre, under Eleições EUA. No Comments.

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Bolas
Published by Cardeal Pum Pum, under Sem Categoria. No Comments.
Não quis saber se a guerra europeia de futebol ía ser ganha pelos de cá ou pelos de lá. Tanto me faz que vença o espectáculo, a paciência, o cattenaccio, a força bruta ou a Madre Teresa de Calcutá. Estou-me nas tintas para o Cristiano Ronaldo Reagan, o Petit Armando, o treinador do clube de Londres, o ex-deputado Madaíl, e o Estádio Nacional. Patriotismo não é só pôr a bandeirinha a apodrecer à janela, beber cerveja e chamar cabrões e filhos da puta aos estrangeiros, mesmo que alguns sejam mesmo. Prefiro o patriota que não quer saber do Afonso Henriques, que era filho de castelhana e francês, nem do Viriato que era pastor e não se sabe lá muito bem se era da Serra da Estrela ou da Sierra de Gata. Prefiro os gajos e gajas que não se baldam aos impostos, não aceleram com o semáforo vermelho, os que não querem que eu morra e não me cospem para cima por não pensarmos da mesma forma, os que não especulam no preço do pão e das sardinhas para ganhar a sua vantagem na pole position nacional, os que não me querem escravizar.
Bolas. Quero que se lixe o internacional delas e já que não ganhou a Suécia, que são do mais civilizado e simpático que há, e dos que têm mais suecas por Km2, que ganhe um dos outros.
De qualquer forma, amanhã ao fim da tarde hei-de ir ao Bar Guerrero em Ayamonte pelos boquerones aliñados, a salada de ovas e o choco frito. Espero não ser atendido pelo empregado português, que esse devia era trabalhar nas minas de enxofre.
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Published by Cardeal Pum Pum, under Sem Categoria. No Comments.
Papá cuéntame otra vez ese cuento tan bonito
de gendarmes y fascistas, y estudiantes con flequillo,
y dulce guerrilla urbana en pantalones de campana,
y canciones de los Rolling, y niñas en minifalda.
Papá cuéntame otra vez todo lo que os divertisteis
estropeando la vejez a oxidados dictadores,
y cómo cantaste Al Vent y ocupasteis la Sorbona
en aquel mayo francés en los días de vino y rosas.
Papá cuéntame otra vez esa historia tan bonita
de aquel guerrillero loco que mataron en Bolivia,
y cuyo fusil ya nadie se atrevió a tomar de nuevo,
y como desde aquel día todo parece más feo.
Papá cuéntame otra vez que tras tanta barricada
y tras tanto puño en alto y tanta sangre derramada,
al final de la partida no pudisteis hacer nada,
y bajo los adoquines no había arena de playa.
Fue muy dura la derrota: todo lo que se soñaba
se pudrió en los rincones, se cubrió de telarañas,
y ya nadie canta Al Vent, ya no hay locos ya no hay parias,
pero tiene que llover aún sigue sucia la plaza.
Queda lejos aquel mayo, queda lejos Saint Denis,
que lejos queda Jean Paul Sartre, muy lejos aquel París,
sin embargo a veces pienso que al final todo dio igual:
las ostias siguen cayendo sobre quien habla de más.
Y siguen los mismos muertos podridos de crueldad.
Ahora mueren en Bosnia los que morían en Vietnam.
Ahora mueren en Bosnia los que morían en Vietnam.
Ahora mueren en Bosnia los que morían en Vietnam.
Atrapados en azul, 1995
Letra: Daniel Serrano
Música: Ismael Serrano
Às vezes estamos assim, com calor, jovens e velhos ao mesmo tempo, com a brasa no umbigo, à espera das quatro da tarde, como se todos os dias houvesse umas quatro da tarde diferentes das do dia anterior.
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Há um poeta no jornal O Público
Published by Perez Biltre, under Banalidades. No Comments.
Ora começa assim a croniqueta do Rússia-Espanha:
"Testemunhas oculares garantem que vinha com as luzes apagadas, sem apitar. Houve quem a tivesse visto nas proximidades quieta e silenciosa, no escuro, à espera. Sem mais nem menos, a selecção espanhola marcou três golos e gelou a Rússia."
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Olha o jornal da Igreja!!
Published by Perez Biltre, under Sem Categoria. No Comments.
