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I accept
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Obanha da cobra???
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Fabíola
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O sofá levantou-se do sofá para ir dar uma volta à velha Hispalis. A caminho da caminha num estabelecimento hoteleiro no bairro de Sta. Cruz, o sofá encontrou este marco histórico da mais elevada relevância na história da cultura Universal, pelo menos há dois sofás que há muitos anos se interessam e muito pelo assunto revelado.
Descendo a Rua Mateos Gago, no sentido ascendente de topografia plana, damos com a casa...

...onde se pode ler a placa...

...que nos relembra os clássicos da nossa juventude.

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passarinhos fritos no peripatos #2
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Diálogo entre duas senhoras idosas à porta da tasca:
-Ah, mas ela isso não pode!
-Então, se não pode chupa!
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Agosto
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Está quase Agosto a começar
As férias no nosso Portugal
Emigrante vem devagar
Não te aconteça nada de mal
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Liberté, Fraternité, Egalité
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Viva a Revolução
Viva o Sr. Joseph-Ignace Guillotin
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passarinhos fritos no peripatos #1
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Bolas
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Não quis saber se a guerra europeia de futebol ía ser ganha pelos de cá ou pelos de lá. Tanto me faz que vença o espectáculo, a paciência, o cattenaccio, a força bruta ou a Madre Teresa de Calcutá. Estou-me nas tintas para o Cristiano Ronaldo Reagan, o Petit Armando, o treinador do clube de Londres, o ex-deputado Madaíl, e o Estádio Nacional. Patriotismo não é só pôr a bandeirinha a apodrecer à janela, beber cerveja e chamar cabrões e filhos da puta aos estrangeiros, mesmo que alguns sejam mesmo. Prefiro o patriota que não quer saber do Afonso Henriques, que era filho de castelhana e francês, nem do Viriato que era pastor e não se sabe lá muito bem se era da Serra da Estrela ou da Sierra de Gata. Prefiro os gajos e gajas que não se baldam aos impostos, não aceleram com o semáforo vermelho, os que não querem que eu morra e não me cospem para cima por não pensarmos da mesma forma, os que não especulam no preço do pão e das sardinhas para ganhar a sua vantagem na pole position nacional, os que não me querem escravizar.
Bolas. Quero que se lixe o internacional delas e já que não ganhou a Suécia, que são do mais civilizado e simpático que há, e dos que têm mais suecas por Km2, que ganhe um dos outros.
De qualquer forma, amanhã ao fim da tarde hei-de ir ao Bar Guerrero em Ayamonte pelos boquerones aliñados, a salada de ovas e o choco frito. Espero não ser atendido pelo empregado português, que esse devia era trabalhar nas minas de enxofre.
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Papá cuéntame otra vez ese cuento tan bonito
de gendarmes y fascistas, y estudiantes con flequillo,
y dulce guerrilla urbana en pantalones de campana,
y canciones de los Rolling, y niñas en minifalda.
Papá cuéntame otra vez todo lo que os divertisteis
estropeando la vejez a oxidados dictadores,
y cómo cantaste Al Vent y ocupasteis la Sorbona
en aquel mayo francés en los días de vino y rosas.
Papá cuéntame otra vez esa historia tan bonita
de aquel guerrillero loco que mataron en Bolivia,
y cuyo fusil ya nadie se atrevió a tomar de nuevo,
y como desde aquel día todo parece más feo.
Papá cuéntame otra vez que tras tanta barricada
y tras tanto puño en alto y tanta sangre derramada,
al final de la partida no pudisteis hacer nada,
y bajo los adoquines no había arena de playa.
Fue muy dura la derrota: todo lo que se soñaba
se pudrió en los rincones, se cubrió de telarañas,
y ya nadie canta Al Vent, ya no hay locos ya no hay parias,
pero tiene que llover aún sigue sucia la plaza.
Queda lejos aquel mayo, queda lejos Saint Denis,
que lejos queda Jean Paul Sartre, muy lejos aquel París,
sin embargo a veces pienso que al final todo dio igual:
las ostias siguen cayendo sobre quien habla de más.
Y siguen los mismos muertos podridos de crueldad.
Ahora mueren en Bosnia los que morían en Vietnam.
Ahora mueren en Bosnia los que morían en Vietnam.
Ahora mueren en Bosnia los que morían en Vietnam.
Atrapados en azul, 1995
Letra: Daniel Serrano
Música: Ismael Serrano
Às vezes estamos assim, com calor, jovens e velhos ao mesmo tempo, com a brasa no umbigo, à espera das quatro da tarde, como se todos os dias houvesse umas quatro da tarde diferentes das do dia anterior.
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agradecimento público
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Agradeço a todos os amigos que tão gentilmente me enviaram mensagens de Natal e Ano Novo pelo correio electrónico. Hoje acabei de as ler e decidi agradecer a amabilidade. Bem hajam. Feliz Natal e próspero ano Novo a todos!
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pergunta
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A União Europeia quer que passemos a trabalhar 65 horas por semana.
Onde é que é a senzala, seus filhos da puta?
