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Sofá Universal

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Aguarda por autorização superior. Afinal é Deus quem cria a maior parte dos feriados, e é por causa dele que nem todas as pontes caem. O soldo fica para ratificar quando oportunamente. Por enquanto não vamos a salto. Está quase.
Lei n.º 37/2007, de 14 de Agosto de Agosto - Coima 750€ Privilégio, palavra derivada do latim, quer dizer, lei privada. Pensámos que tinha acabado lá pelo fim do Antigo Regime. * Traduzido do latim: "É chata, mas é a que temos e aguente-se à bomboca. Quem está mal que mude de esquina. Se quer come, se não quer passa fome."
Muitos crentes católicos portugueses e internacionais da UE e arredores deslocaram-se a pé nos últimos dias a Fátima, no concelho de Ourém, para demonstrar a sua fé na Virgem Maria e nas aparições que ocorreram no local segundo a doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana em 1917.  O passeio a pé, nem sempre livre dos perigos das modernas estradas da velha Lusitânia, é a sua grande demonstração de fé. Mas será que é assim tão grande a crença dos peregrinos que afluem a esta paragem? Fossem eles crentes em Maomé e dir-se-ia, que para demonstrar a Deus ( Alah, em língua estrangeira) a sua verdadeira crença, teriam que fazer mover montanhas só por força da fé, o que não habilitaria nenhum crente a uma colocação nos altos quadros de qualquer empresa de construção civil. Ora, como não se trata aqui de crentes muçulmanos, a verdadeira força da fé cristã, deveria ser demonstrada movendo coisa mais pequena, mas não menos digna  de uma boa parábola. O verdadeiro católico, aquele que de facto pela penitência pretende demonstrar obediência ao omnipotente e a convicção nos milagres da Cova da Íria, deveria deslocar-se ao local não a pé, coisa que qualquer turista ou qualquer candidato aos recordes do Guiness Book conseguem fazer por motivos bem menos enobrecedores, mas sim de eléctrico. A peregrinação a Fátima feita de carro eléctrico, teria para qualquer religião ou forma de apropriação do sagrado um efeito muito maior de sublimação da fé de quem a protagonizasse. Para além do vulgar passeiozito feito em cima das canetas, acessível a qualquer um, o verdadeiro crente teria que contornar a mundana situação que a inexistência de linhas de eléctricos para a pacífica freguesia acarreta, acrescentando à caminhada o handicap de ter que fazer mover as toneladas de metal, madeira e plásticos de que se fazem os ditos engenhos, pelos caminhos da fé. Pum Pum  
Sumário: O meu nome é Pum! Pum Pum. Nunca fiz Pam!, nem Paz!, nem sequer um remoto Bum!, ou Boom! (em estrangeiro). Mas hoje vou mexer no meu Ban, dar-lhe paparoca e fazer-lhe bichinhos para não ficar triste com o Papá. Todos os dias eu penso que ele tem ciúmes do But, e que o But faz fosquices ao Ban só para o arreliar muito. Os meus Babás são muito sensíveis, têm uns olhitos giros e fazem-me muitas perguntas sobre os meninos das outras casas e sobre a Nossa Senhora e o Menino Jesus, mas eu não sei responder. O meu nome é Pum Pum, mas não quero vir para aqui fazer nenhum Pim